Alcir Zago
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Grupo internacional de hackers que atende pelo nome de LulzSec recentemente tirou do ar vários sites oficiais no País. Entre eles estavam o da Presidência da República, do Senado e de dois ministérios – Esporte e Cultura.
O ataque a páginas eletrônicas de órgãos que estão – ou deveriam estar – preparados para não ter seus equipamentos invadidos leva à dúvida se a pessoa que faz uso de um computador doméstico com conexão à internet está precavida para não ser surpreendida.
“O cidadão comum deve saber que não só os sites do governo possuem vulnerabilidade e podem sofrer ataques de cybercriminosos, mas também qualquer pessoa pode ter problemas dessa natureza”, adverte o delegado da Polícia Civil e especialista na investigação de crimes cibernéticos Higor Vinicius Nogueira Jorge. Há ações no dia-a-dia que podem dificultar a ação de criminosos digitais (veja quadro).
A todo o momento usuários da internet são bombardeados com e-mails indesejáveis e mensagens fraudulentas com o intuito de obter vantagens financeiras. Os casos mais comuns são mensagens oferecendo grandes quantias em dinheiro, ofertas de produtos com preço abaixo do mercado e aquelas que tentam convencer o usuário a abrir determinada página na internet, álbum de foto e cartões virtuais.
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