Não caia nos golpes pela internet | jornal Comércio do Jahu

Alcir Zago
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Grupo internacional de hackers que atende pelo nome de LulzSec recentemente tirou do ar vários sites oficiais no País. Entre eles estavam o da Presidência da República, do Senado e de dois ministérios – Esporte e Cultura.
O ataque a páginas eletrônicas de órgãos que estão – ou deveriam estar – preparados para não ter seus equipamentos invadidos leva à dúvida se a pessoa que faz uso de um computador doméstico com conexão à internet está precavida para não ser surpreendida.
“O cidadão comum deve saber que não só os sites do governo possuem vulnerabilidade e podem sofrer ataques de cybercriminosos, mas também qualquer pessoa pode ter problemas dessa natureza”, adverte o delegado da Polícia Civil e especialista na investigação de crimes cibernéticos Higor Vinicius Nogueira Jorge. Há ações no dia-a-dia que podem dificultar a ação de criminosos digitais (veja quadro).
A todo o momento usuários da internet são bombardeados com e-mails indesejáveis e mensagens fraudulentas com o intuito de obter vantagens financeiras. Os casos mais comuns são mensagens oferecendo grandes quantias em dinheiro, ofertas de produtos com preço abaixo do mercado e aquelas que tentam convencer o usuário a abrir determinada página na internet, álbum de foto e cartões virtuais.

Seguran (mais…)

“Não basta investir em tecnologia se não há conscientização do usuário de internet”, diz delegado Higor Jorge

Nos últimos dias sites de inúmeras esferas da administração pública passaram a sofrer ataques, inicialmente originados do grupo conhecido como LulzSec, que recentemente teria praticado ataques contra os sites da CIA, FBI, Sony e Nintendo.
No Brasil este grupo tornou sites indisponíveis, desconfigurou outros sites e divulgou informações confidenciais sobre pessoas, incluindo com logins e senhas das vítimas. Outros grupos passaram a promover as ações semelhantes, dentre os coletivos Fatal Error Crew, Fail Shelleles, FIREH4CK3R e Havittaja.

Dentre os sites que sofreram essas ações constam o site da Receita Federal, IBGE, Presidência da República, Universidade de Brasília, Senado, Agência Brasileira de Inteligência, dentre outros.
Para explicar sobre essas questões conversamos com o delegado de polícia Higor Vinicius Nogueira Jorge, que é professor da Academia de Polícia e especialista na investigação de crimes cibernéticos.

Para iniciar, em razão dos recentes ataques praticados contra sites do governo muitos têm afirmado que esses sites eram muito vulneráveis? Qual a sua opinião?
Eu acho complicado julgar a intensidade das vulnerabilidades existentes nestes sites, até mesmo por que não tive acesso a informações sobre cada um deles, porém posso dizer que é muito difícil falar em sites ou servidores absolutamente seguros e sem falhas. Todas as pessoas que utilizam a internet devem ter consciência das vulnerabilidades e riscos que envolvem o acesso a ela.

O que é ataque DDoS?
O ataque DDoS ou de n (mais…)

Ameaça na internet não se restringe ao governo, alerta especialista – Gazeta de Limeira

Onda de ataques mostra que usuário comum também é vítima fácil

A série de ataques registrados na semana passada contra sites governamentais reabriu o debate sobre a segurança nas redes. Enquanto os responsáveis pela invasões em sites como o da Presidência da República e IBGE são investigados pela Polícia Federal, o risco continua iminente, não só para ógãos públicos e empresas, mas para o usuário comum, que inclusive pode ser usado nesses tipos de ataque.
O alerta é de Higor Vinicius Nogueira Jorge, delegado de Polícia, professor da Academia de Polícia e especialista na investigação de crimes cibernéticos. Em entrevista à Gazeta, ele salienta qu (mais…)

Tecnologia: veja como evitar ser mais uma vítima dos hackers – Correio da Bahia

Especialistas dão dicas para usar a internet com mais segurança
28.06.2011 | Atualizado em 28.06.2011 – 06:05 CORREIO | O QUE A BAHIA QUER SABER

Victor Longo | Redação CORREIO
victor.longo@redebahia.com.br

Os amantes e defensores do mundo da internet costumam dizer que o caos da rede mundial de computadores é sua principal vantagem. Mas é justamente nesse caos que deitam e rolam os hackers – anônimos, geralmente jovens, que dominam as tecnologias de rede e se aproveitam para protestar, ganhar fama ou até mesmo para cometer crimes como roubar e vender informações para fazer dinheiro.


Depois de ter orkut supostamente invadido, Daniela Cunha promete evitar acessar links em redes sociais

“Inicialmente os hackers eram vistos como jovens que queriam ganhar fama, mas há cinco anos esse estereótipo mudou e os ataques são, em sua maioria, voltados para o ganho financeiro ilegal”, diz Paulo Vendramini, diretor-comercial da Symantec Brasil, empresa de tecnologia em segurança da informação.

Os hackers voltaram a ganhar visibilidade no país na última semana, quando vários sites do governo, como o do IBGE, da Petrobras, de vários ministérios e até da Presidência da República foram alvos dos “piratas da internet”.

Os casos reavivaram no Congresso Nacional projetos de lei que criam legislação específica para os crimes cibernéticos – um deles será votado no Senado amanhã -, e motivaram uma declaração pra lá de polêmica do ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, que ontem chegou a cogitar chamar hackers para trabalhar no ministério.

Cuidados “Mas não é só governos que os cybercriminosos atacam, as pessoas comuns também são presas fáceis”, considerou o delegado Higor Vinicius Nogueira Jorge, professor de análise de inteligência da Academia da Polícia Civil em São Paulo. Ele alert (mais…)